Em assembleia realizada no início da noite desta quinta-feira (03), os operários e operárias da construção civil de Belém, Ananindeua e Marituba rejeitaram a proposta de reajuste salarial da patronal que propõe 9,81% parcelado em duas vezes e um aumento de apenas R$ 4 na cesta básica.
"Os patrões lucraram muito durante todos esses anos com as isenções de imposto do governo federal e nunca chamaram os trabalhadores para dividir o lucro. E agora, no momento de crise, querem que aceitemos dividir o prejuízo? Acordo Esplanada não dá!", disse o operário e vereador de Belém, Cleber Rabelo (PSTU).
Os trabalhadores ainda apresentarão uma contraproposta em uma última tentativa de negociação. Caso a patronal não ceda, a partir de terça-feira os canteiros de obra amanhecerão paralisados.
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